Ambos os métodos atribuem o overhead aos produtos e clientes que o causam. Diferem em quanto trabalho exigem para construir, quao penosos são de manter e quao bem lidam com um negócio que faz muitas coisas diferentes. Aqui está a comparação honesta.
O Activity-Based Costing (ABC) foi desenvolvido no final da decada de 1980 para atribuir o overhead com base nas atividades que o consomem, em vez de o repartir por uma chave única. Pergunta ao pessoal que percentagem do tempo cada atividade ocupa e reparte o custo por essas percentagens.
O Time-Driven Activity-Based Costing (TDABC) foi formalizado por Robert Kaplan e Steven Anderson num artigo da Harvard Business Review em 2004, com um livro completo a seguir em 2007. Estima o tempo que cada atividade realmente leva, em minutos, e o custo por minuto de capacidade, e atribui o custo pelo tempo consumido. Foi uma resposta direta ao peso de construção e manutenção do ABC original.
| ABC tradicional | TDABC | |
|---|---|---|
| Como o custo e repartido | O pessoal estima a percentagem de tempo de cada atividade; o custo e repartido por essas percentagens. | Cada atividade e cronometrada em minutos; o custo e atribuído pelo tempo que cada transação realmente consome. |
| Esforço de construção | Pesado. Inqueritos e entrevistas por toda a organização. | Mais leve. Equações de tempo a partir de um conjunto mais pequeno de observações. |
| Manutencao | Cara. Reinquerir sempre que o negócio muda. | Atualizável. Ajustar as estimativas de tempo e as taxas a medida que as coisas mudam. |
| Lida com a variedade | Dilui-a na média. Tropeca na dimensão e complexidade das encomendas. | Modela-a. Lida com dimensões de encomenda, canais e complexidade mistos. |
| Capacidade não utilizada | Escondida dentro das taxas de atividade. | Tornada visível, separada do custo do trabalho efetivamente feito. |
| Melhor para | Operações estáveis e simples. | Negócios operacionalmente complexos: distribuição, logística, serviços. |
Se as suas operações são estáveis e simples, o ABC tradicional pode chegar. Se o seu negócio mistura dimensões de encomenda, canais e complexidade, como na distribuição, na logística e nos serviços, o TDABC e quase sempre a escolha melhor: e mais rápido de construir, mais barato de manter e mostra-lhe a capacidade não utilizada que o ABC esconde.
Construímos modelos TDABC desde 2010 e mantemo-los vivos com o CostCtrl, em vez de os deixar morrer numa folha de cálculo.
O Profit Check aponta-lhe o método certo para a sua situação em 12 a 15 minutos.
Prova
Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido a metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.
Ler o estudo de caso (em inglês) →Com quem vai falar
Miguel Guimarães, Sócio-fundador
A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Lecionou ao lado do Professor Robert S. Kaplan na conferência de CFOs em Amesterdão (2009).
Ligue +351 910 313 731
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