A previsão de rentabilidade leva a sua estrutura de custos real e atribuída para a frente, para que projete a margem por cliente, produto e canal, em vez de extrapolar a linha de topo e torcer para que o custo se comporte.
A maioria das previsões faz crescer a linha de topo e assume que o custo a segue num racio fixo. Mas o crescimento raramente chega de forma uniforme. Ganhe uma vaga de contas pequenas e exigentes e a receita sobe enquanto a margem afunda, porque o custo de as servir nunca esteve no racio. Uma previsão de rentabilidade mantem o custo real ligado a cada linha, por isso uma mudança de mix aparece como uma mudança de margem, antes de aparecer nos resultados.
O custo de servir já assenta em cada cliente e produto. A previsão herda essa lógica em vez de inventar uma nova.
Volume, mix, preço e custo de servir movem-se cada um por si. A previsão combina-os, para que a margem reaja como o negócio reage de facto.
Melhor caso, caso base, não-fazer-nada. Uma previsão que admite incerteza e uma que um conselho consegue de facto planear.
Os reais de cada mes atualizam a projeção. A previsão mantem-se viva em vez de expirar no dia em que e apresentada.
A previsão e a face virada para a frente do mesmo modelo por trás do custo de servir. Um explica o passado, este projeta o caminho.
Ver orçamentação orientada à rentabilidade →O Profit Check da-lhe uma primeira leitura em 12 a 15 minutos.
Workshops13 Oct · PortoReservar lugar
Prova
Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido a metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.
Ler o estudo de caso (em inglês) →Com quem vai falar
Miguel Guimarães, Sócio-fundador
A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Lecionou ao lado do Professor Robert S. Kaplan na conferência de CFOs em Amesterdão (2009).
Ligue +351 910 313 731