Construa o próximo ano a partir do custo real, não do ano passado mais X.
A orçamentação orientada à rentabilidade constrói o plano a partir de um modelo de custos atribuído, para que cada driver, volume, mix, preço e custo de servir, seja definido de propósito, em vez de inflacionar os números do ano passado e herdar todas as perdas escondidas do ano passado.
O ano-passado-mais-X multiplica cada erro que não conseguiu ver.
Um aumento percentual trata um cliente deficitário e uma conta estrela exatamente da mesma forma: faz crescer ambos. Construa o orçamento a partir de um modelo de custos e a conversa muda. Planeia quais clientes fazer crescer, quais reprecificar, e de quais recuar, e o alvo de margem e a soma de escolhas deliberadas em vez de um número redondo esperancoso.
Partir do custo atribuído.
O orçamento herda um modelo de custo de servir, por isso já sabe o que cada cliente e produto custa de facto.
Definir cada driver de propósito.
Volume por segmento, repricing planeado, desvio de mix, iniciativas de custo de servir. Cada pressuposto e explicito e tem dono.
Fazer a ponte até ao alvo.
Os drivers agregam numa margem que pode levar um conselho a percorrer, linha a linha, em vez de defender uma percentagem única.
Seguir o desvio até ao driver.
Quando os reais divergem, o modelo diz que driver e que dimensão se moveram, para que o próximo orçamento seja mais afiado que o último.
O orçamento e o alvo deliberado. A previsao e a projecao corrente de onde vai aterrar. Ambos assentam no custo de servir, por isso o desvio e explicavel ate a camada e a equipa.
Ver a previsão de rentabilidade →Perguntas que um CFO faz.
O que e a orçamentação orientada à rentabilidade?
Porque não fazer crescer o ano passado por uma percentagem?
Como se liga a previsao?
Planeie um orçamento que consegue mesmo defender.
O Profit Check da-lhe uma primeira leitura em 10 minutos.
Workshops
Traga o método para a sala.
Um modelo de rentabilidade a funcionar, construído com dados reais, que leva consigo no fim do dia.
Reservar lugarProva
Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido a metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.
Ler o estudo de caso →Com quem vai falar
Miguel Guimarães, Sócio-fundador
A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Apresentou o caso de cost-to-serve da Damco no Managing for Profit (Amesterdão RAI, dezembro de 2009), no mesmo programa que Robert S. Kaplan.
Ligue +351 910 313 731