Competência · IFRS e Custo

As IFRS dizem-lhe o número. Nós dizemos-lhe porquê.

A contabilidade financeira fixa a obrigação de reporte. Mas o número que reporta, o custo do inventário, o lucro do segmento, a métrica de performance, é tão sólido quanto a alocação de custo por baixo dele. Construímos esse modelo de custo, para que a aplicação das IFRS deixe de assentar em estimativas e passe a assentar em evidência.

Cost and Profitability Consulting · 25 anos de TDABC · Não somos auditores: somos o modelo de custo por baixo do reporte

IAS 2

exige alocar os gastos gerais fixos ao inventário por capacidade normal. Uma taxa de absorção errada distorce o balanço e o custo das vendas.

IFRS 18

em vigor a partir de 1 Jan 2027, traz as métricas de gestão para dentro das demonstrações auditadas. Têm de ser sustentadas.

IFRS 8

obriga a uma medida de lucro por segmento. Vale o que valer a alocação de custo por baixo dela.

01A tese

A norma define a obrigação. O modelo de custo define a verdade.

As IFRS dizem-lhe que tem de reportar o custo do inventário, o lucro por segmento e as métricas de gestão de forma consistente e comparável. Não lhe dizem como atribuir o custo com rigor. É aí que a maioria das organizações recorre a taxas de absorção baseadas em volume, herdadas e raramente questionadas.

Quando o custo é distribuído por volume, os produtos complexos parecem baratos, os clientes exigentes parecem rentáveis e o número que reporta, embora tecnicamente conforme, está errado na substância. O Time-Driven Activity-Based Costing fecha essa lacuna: dá-lhe uma alocação de custo defensável, rastreável até à atividade que a causou.

02Os standards

Onde a alocação de custo encontra a norma.

IAS 2

Inventários e capacidade normal

A IAS 2 exige que os gastos gerais fixos de produção sejam alocados ao custo do inventário com base na capacidade normal, e que o custo da capacidade ociosa vá a resultados. O TDABC mede essa capacidade e atribui o custo com precisão.

IFRS 18

Apresentação e métricas de gestão

A partir de 2027, as Management Performance Measures entram nas demonstrações auditadas, reconciliadas com os subtotais IFRS. Um modelo TDABC torna essas métricas rastreáveis e defensáveis perante o auditor.

IFRS 8

Segmentos operacionais

A IFRS 8 exige uma medida de lucro por segmento, vista pela gestão. O TDABC mostra que clientes, produtos e canais dentro de cada segmento criam ou destroem valor.

IAS 36 / NRV

Imparidade e valor realizável

Os testes de imparidade por unidade geradora de caixa e o valor realizável líquido do inventário dependem de custos atribuídos corretamente. Um modelo de custo sólido sustenta ambos.

03Como ajudamos

Construímos o modelo. O seu auditor valida o reporte.

Não substituímos o seu auditor nem o seu departamento financeiro. Damos-lhes a base de custo de que precisam para aplicar as normas com confiança.

01

Modelar o custo com TDABC

Atividades cronometradas, cost pools e capacidade normal, ao nível do produto, do cliente e do segmento. Uma base que resiste a escrutínio.

02

Mapear para a norma

Ligamos a saída do modelo ao que cada norma exige: custo do inventário para a IAS 2, subtotais e métricas para a IFRS 18, lucro por segmento para a IFRS 8.

03

Deixar-lhe um modelo que é seu

A sua equipa atualiza-o e reconcilia-o. Cada número que reporta passa a ser rastreável até à atividade que o gerou, e defensável perante o conselho.

Nota de âmbito: a Cost and Profitability Consulting não é uma sociedade de auditoria nem de revisão de contas e não emite pareceres de conformidade IFRS. O nosso trabalho é construir e implementar o modelo de custo que sustenta a aplicação destas normas. A responsabilidade pelo reporte financeiro e pela sua auditoria permanece da organização e dos seus auditores.

04Perguntas frequentes

Perguntas que um diretor financeiro faz.

O que é que a Cost and Profitability faz em relação às IFRS?
Não somos auditores e não emitimos pareceres de conformidade. Construímos o modelo de custo, com Time-Driven Activity-Based Costing, que torna a aplicação de normas como a IAS 2, a IFRS 18 e a IFRS 8 mais robusta e defensável. A norma define a obrigação de reporte; o modelo explica e sustenta o número.
Como se liga a IAS 2 ao custeio baseado em atividades?
A IAS 2 exige que os gastos gerais fixos de produção sejam alocados ao custo do inventário com base na capacidade normal, e que o custo não absorvido pela subutilização vá a resultados. O TDABC dá-lhe uma medida de capacidade normal e uma alocação de custo defensáveis, em vez de taxas de absorção grosseiras baseadas em volume que distorcem o valor do inventário e o custo das vendas.
Porque é que a IFRS 18 é relevante para o nosso modelo de custo?
A IFRS 18, em vigor para períodos a partir de 1 de janeiro de 2027, substitui a IAS 1 e traz as Management Performance Measures para dentro das demonstrações auditadas, reconciliadas com os subtotais IFRS. As métricas de gestão que a administração usa passam a ter de ser sustentadas. Um modelo TDABC torna essas métricas rastreáveis até à origem e defensáveis perante o auditor e o conselho.
A IFRS 8 obriga-nos a divulgar a rentabilidade por cliente?
Não ao nível do cliente individual, mas exige uma medida de lucro ou prejuízo por segmento operacional, tal como reportada ao principal responsável pelas decisões. A qualidade dessa medida depende inteiramente da alocação de custo por baixo. O TDABC mostra-lhe que clientes, produtos e canais dentro de cada segmento criam ou destroem valor, dando substância ao que a IFRS 8 obriga a reportar.

Veja também o custo de servir e a cascata de margem.

O passo seguinte

Quer o número que reporta sustentado por evidência?

Falamos 30 minutos sobre o seu modelo de custo atual e onde a IAS 2, a IFRS 18 ou a IFRS 8 lhe estão a pedir mais rigor do que as suas taxas de absorção conseguem dar.