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IT & Serviços Digitais · Utilização

O bench não é tempo ocioso. É custo sem preço.

Toda a empresa vigia a utilização, mas a maioria trata o bench como um número de que se desculpar em vez de um custo a colocar. A equipa que paga é em grande parte fixa; as horas que não são faturadas não desaparecem, recaem algures. Se nunca chegam ao projeto ou cliente que as exigiu, cada trabalho lê-se mais barato do que é, e a alavanca que devia elevar a margem fica invisível.

Cost and Profitability Consulting · 150+ modelos desde 2010 · TDABC

Em síntese

A capacidade prática é 80 a 85 por cento das horas teóricas depois de retiradas férias, formação e ramp. O bench é custo real, não tempo ocioso, e tem de recair sobre o trabalho que o causou. Acerte na utilização e a alavanca é poderosa: um ganho de 5 pontos eleva tipicamente a margem operacional em 3 a 5 pontos, porque o custo da equipa é em grande parte fixo.

01Porque o bench se esconde

Custear contra a capacidade errada lisonjeia tudo.

Custeie uma equipa contra as suas horas teóricas, cada minuto de trabalho no calendário, e o custo por hora sai demasiado baixo, porque ninguém entrega cada minuto. Férias, formação, trabalho interno, admin e a diferença entre projetos comem-no todo. As horas que restam são a capacidade prática, e são a única base honesta para uma tarifa. Use o número teórico e o bench simplesmente desaparece numa tarifa que parece competitiva e não é.

Por consultorEquipa AEquipa B
Utilização faturável78%68%
Bench e não faturável22%32%
Custo recuperado pela faturaçãoAltoFino
Diferença de margem operacional - −6 a −9 pts

Dez pontos de utilização entre duas equipas de resto semelhantes podem ser seis a nove pontos de margem operacional, assim que o bench recai onde pertence.

02Como tornamos o bench visível

Preça a capacidade, depois coloca-a.

01

Medir a capacidade prática

Retire férias, formação, admin e ramp para obter as horas que uma equipa consegue realmente entregar. O custo por minuto vem daí, não de um calendário cheio.

02

Preçar o bench

A diferença entre a capacidade prática e o trabalho faturado é um número. É o custo da prontidão, e pertence aos projetos e clientes que exigem resposta rápida, não espalhado por igual.

03

Vê-lo por equipa

O bench raramente é uniforme. Uma squad carrega-o; outra corre a quente. O modelo mostra onde a capacidade está genuinamente apertada e onde está em silêncio sem financiamento.

04

Agir sobre a alavanca

Re-misture o trabalho, requalifique, ou repreça a prontidão que os clientes valorizam. Uns pontos de utilização, encontrados e mantidos, movem a margem mais do que outra ronda de subidas de tarifa.

Perguntas frequentes

O que é a capacidade prática numa empresa de serviços?
A capacidade prática é o tempo que uma equipa consegue realisticamente entregar, normalmente 80 a 85 por cento das horas teóricas depois de retiradas férias, formação, admin e ramp. Custear contra a capacidade teórica subestima o custo real por hora e esconde o bench.
Como é que a utilização afeta a margem?
Um ganho de 5 pontos percentuais na utilização faturável eleva tipicamente a margem operacional em 3 a 5 pontos, porque o custo da equipa é em grande parte fixo e mais dele é agora carregado pelo trabalho faturável. A utilização é a alavanca, mas só se conseguir ver para onde vão as horas não faturadas.
O bench é sempre mau?
Não. Algum bench é deliberado: capacidade reservada para resposta rápida, ramp antes de um projeto conhecido, ou competências que está a construir. O problema é o bench sem preço, tempo que nunca recai sobre o trabalho ou cliente que o exigiu, por isso cada trabalho parece mais barato do que é.
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Ponha um número no bench, depois mova-o.

O Profit Check não exige carregar dados. Mostra onde a capacidade sem preço está mais provavelmente parada, e quanto vale fechar a diferença.

Duração
12 a 15 minutos
Recebe
Pontuação, 7 dimensões, referência do sector
Preço
Grátis, sem email

Prova

Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido a metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.

Ler o estudo de caso →

Com quem vai falar

Miguel Guimarães, Sócio-fundador

A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Lecionou ao lado do Professor Robert S. Kaplan na conferência de CFOs em Amesterdão (2009).

Ligue +351 910 313 731

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Miguel Guimarães

Revisto por

Miguel Guimarães

Sócio-fundador, Cost and Profitability Consulting

Mais de 150 projetos de Time-Driven ABC em 11 setores desde 2010, dentro do enquadramento de Kaplan e Anderson.

Sobre o autor →

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