Negoceia reembolso sem saber o que o procedimento custa.
O payer mix é a alavanca mais volátil da margem de um hospital, e a que a maioria dos prestadores gere às cegas. Quando não consegue declarar o custo real de um procedimento, cada negociação de reembolso é um palpite. Quando consegue, a conversa muda, e a tarifa também.
Cost and Profitability Consulting · 150+ modelos desde 2010 · TDABC
O payer mix é o fator de margem mais volátil de um hospital: uma pequena mudança move margens em vários pontos, e uma otimização deliberada do mix pode elevá-las mais. A alavanca que torna isto gerível é o custo ao nível do procedimento. Os prestadores que levam um custo por procedimento defensável às negociações garantem reembolsos melhores em um dígito alto a dois dígitos baixos. Sem TDABC, o número de custo não existe, e a negociação é um palpite.
Rentável com um contrato, prejuízo com outro.
Um procedimento não tem uma margem; tem uma por pagador. A mesma operação pode gerar um excedente saudável sob um contrato privado e correr abaixo do custo sob uma tarifa pública, e sem custo por percurso a decisão de mix é tomada só pela receita, perseguindo volume que não paga. Poucos prestadores modelam isto, porque têm o lado da receita da equação e não o lado do custo.
MARGEM POR PAGADOR E PROCEDIMENTO
Ilustrativo. O mesmo procedimento situa-se em bandas de margem diferentes consoante o pagador. A grelha guia duas decisões: que contratos renegociar primeiro, e que mudanças de mix melhoram genuinamente a margem.
Custo por percurso vezes reembolso por pagador.
Combine o custo TDABC por procedimento com o reembolso que cada pagador paga por ele, e obtém uma grelha de margem por pagador e por procedimento. Essa grelha guia dois movimentos: renegociar primeiro os contratos com a maior diferença entre custo e reembolso, e procurar apenas as mudanças de mix que melhoram a margem em vez de só o volume. É a mesma disciplina que preçar pelo custo real em qualquer setor, aplicada a um comprador regulado e ligado por contrato, e mantém-se dentro da linha que o pilar traça: o custo informa a negociação, não decide quem recebe cuidados.
Custear cada procedimento
Um custo TDABC por percurso defensável, o número que pode pôr na mesa.
Mapear a margem por pagador
Custo contra o reembolso de cada pagador para esse procedimento, célula a célula.
Ordenar as diferenças
Renegoceie primeiro onde custo e reembolso estão mais distantes, com evidência, não com afirmação.
Mudar o mix que paga
Procure as mudanças de mix que genuinamente elevam a margem, e recuse as que só acrescentam volume.
Perguntas frequentes
- Como é que o payer mix afeta a rentabilidade hospitalar?
- O payer mix é o fator de margem mais volátil de um hospital: uma pequena mudança no payer mix move margens em vários pontos, e uma otimização deliberada do mix pode acrescentar mais alguns. O mesmo procedimento pode ser rentável com um pagador e deficitário com outro, por isso sem um custo por percurso a decisão de mix é tomada só pela receita.
- Conhecer o custo por procedimento ajuda nas negociações de reembolso?
- Sim. Os prestadores que levam um custo por procedimento defensável às negociações garantem reembolsos melhores em um dígito alto a dois dígitos baixos. Sem TDABC o número de custo não existe, e a negociação é um palpite.
- Como se decide que contratos renegociar?
- Combine o custo TDABC por procedimento com o reembolso de cada pagador para construir uma grelha de margem por pagador e por procedimento. Renegoceie primeiro onde a diferença entre custo e reembolso é maior, e procure apenas as mudanças de mix que genuinamente melhoram a margem em vez de só o volume.
Entre na negociação com o número.
O Profit Check não exige carregar dados. Aponta para onde os seus contratos com pagadores estão mais provavelmente desalinhados com o custo, e quanto vale fechar a diferença.
- Duração
- 12 a 15 minutos
- Recebe
- Pontuação, 7 dimensões, referência do sector
- Preço
- Grátis, sem email
Prova
Uma unidade de diálise. Um défice de €349K tornado visível, depois reduzido a €52K. Publicado na revista da APDH, não é uma alegação de marketing.
Ler o estudo de caso →Com quem vai falar
Miguel Guimarães, Sócio-fundador
A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Apresentou o caso de cost-to-serve da Damco no Managing for Profit (Amesterdão RAI, dezembro de 2009), no mesmo programa que Robert S. Kaplan.
Ligue +351 910 313 731