A Gestão de Custo e Valor da Tecnologia torna toda a base de custos de TI, aplicações, cloud e XaaS, infraestrutura, plataformas e serviços partilhados, transparente, explicável e dirigível, para que o gasto tecnologico possa ser defendido e direcionado em vez de apenas questionado.
Em organizações intensivas em tecnologia, pede-se a TI que corte custos e financie a inovação ao mesmo tempo, enquanto cada valor e contestado. A resposta habitual são mais dashboards. A correção real e um modelo financeiro da tecnologia: a base de custos completa, atribuída aos serviços que alimenta e aos resultados de negócio que suporta, para que as discussões de custo se tornem decisões de investimento em vez de exercicios de justificação.
Debates de desvios recorrentes. Uma rubrica de orçamento que ninguém consegue explicar por inteiro. A inovação enquadrada como custo a defender, e disciplina que a bloqueia. Cada ciclo de conselho reabre a mesma luta.
Previsões em que as pessoas confiam. Cada aplicação, plataforma e serviço custeado e ligado ao valor. Desative o que não se paga, invista com confianca no que se paga. A disciplina de custos financia a inovação em vez de a travar.
Aplicações, cloud e XaaS, infraestrutura, plataformas, produtos e serviços partilhados, num só modelo estruturado. A mesma disciplina de atribuição que usamos para o custo de servir, apontada a TI.
O gasto agrega-se do que compra ao que a TI faz correr, e daí aos produtos, canais e unidades de negócio que o consomem. O custo partilhado deixa de se esconder no overhead.
Cada serviço carrega um custo e uma razão de existir. O modelo torna os compromissos explicitos, para que o investimento e a desativação se tornem decisões, e não negociações.
TI e Finanças fazem-no correr juntas. Os debates de desvios dao lugar a previsões em que ambos os lados acreditam, atualizadas a medida que os números se movem.
O custo da tecnologia e apenas mais uma base de custos que merece atribuição a sério. Corre no mesmo motor do nosso trabalho de custo de servir e produz a mesma visao multicamada da cascata de margem, aplicada a servicos em vez de clientes.
Se os seus números de custo de TI não sobrevivem a uma reuniao de conselho sem ressalvas, e essa a lacuna que fechamos.
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Workshops13 Oct · PortoReservar lugar
Prova
Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido a metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.
Ler o estudo de caso (em inglês) →Com quem vai falar
Miguel Guimarães, Sócio-fundador
A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Lecionou ao lado do Professor Robert S. Kaplan na conferência de CFOs em Amesterdão (2009).
Ligue +351 910 313 731