Custo e Valor da Tecnologia

Quando o gasto em TI tem de financiar a inovação e sobreviver a uma reuniao de conselho.

A Gestão de Custo e Valor da Tecnologia torna toda a base de custos de TI, aplicações, cloud e XaaS, infraestrutura, plataformas e serviços partilhados, transparente, explicável e dirigível, para que o gasto tecnologico possa ser defendido e direcionado em vez de apenas questionado.

Cost and Profitability Consulting · TDABC desde 2010 · Plataforma CostCtrl
Gasto → valor
cada euro seguido do que compra, ao que a TI faz correr, ao negócio que serve
CIO + CFO
um modelo de custos em que ambos os lados confiam, e a conversa deixa de ser um braco-de-ferro
Sem dogma
TBM, FinOps e ITFM usados onde afiam uma decisão, nunca como implementação por si mesma
01O modelo em falta

Finanças questionam cada número. Não e uma falha de lideranca, e um modelo em falta.

Em organizações intensivas em tecnologia, pede-se a TI que corte custos e financie a inovação ao mesmo tempo, enquanto cada valor e contestado. A resposta habitual são mais dashboards. A correção real e um modelo financeiro da tecnologia: a base de custos completa, atribuída aos serviços que alimenta e aos resultados de negócio que suporta, para que as discussões de custo se tornem decisões de investimento em vez de exercicios de justificação.

Ilustrativo. O mesmo orçamento de TI reexpresso de três formas: o que compra, os serviços que a TI faz correr, e o valor que o negócio recebe. A transparência e a ponte entre eles.
02O que muda

O custo como argumento

Debates de desvios recorrentes. Uma rubrica de orçamento que ninguém consegue explicar por inteiro. A inovação enquadrada como custo a defender, e disciplina que a bloqueia. Cada ciclo de conselho reabre a mesma luta.

O custo como volante

Previsões em que as pessoas confiam. Cada aplicação, plataforma e serviço custeado e ligado ao valor. Desative o que não se paga, invista com confianca no que se paga. A disciplina de custos financia a inovação em vez de a travar.

03Como trabalhamos

Mapear a base de custos da tecnologia.

Aplicações, cloud e XaaS, infraestrutura, plataformas, produtos e serviços partilhados, num só modelo estruturado. A mesma disciplina de atribuição que usamos para o custo de servir, apontada a TI.

Atribuir o custo a serviços e consumidores.

O gasto agrega-se do que compra ao que a TI faz correr, e daí aos produtos, canais e unidades de negócio que o consomem. O custo partilhado deixa de se esconder no overhead.

Confrontar o custo com o valor.

Cada serviço carrega um custo e uma razão de existir. O modelo torna os compromissos explicitos, para que o investimento e a desativação se tornem decisões, e não negociações.

Entregar um modelo que conduz.

TI e Finanças fazem-no correr juntas. Os debates de desvios dao lugar a previsões em que ambos os lados acreditam, atualizadas a medida que os números se movem.

TBM · Technology Business Management FinOps · responsabilidade de custos de cloud ITFM · IT Financial Management ITIL · onde afia decisões
04Onde se liga

O custo da tecnologia e apenas mais uma base de custos que merece atribuição a sério. Corre no mesmo motor do nosso trabalho de custo de servir e produz a mesma visao multicamada da cascata de margem, aplicada a servicos em vez de clientes.

Se os seus números de custo de TI não sobrevivem a uma reuniao de conselho sem ressalvas, e essa a lacuna que fechamos.

05Perguntas frequentes

Perguntas que um CIO faz.

O que e a Gestao de Custo e Valor da Tecnologia?
E a prática de tornar toda a base de custos de TI, aplicações, cloud e XaaS, infraestrutura, plataformas e serviços partilhados, transparente, explicável e dirigível. Atribui o gasto tecnologico aos serviços que faz correr e ao valor de negócio que entrega, para que o investimento em TI possa ser defendido e direcionado, em vez de simplesmente cortado.
Como se relaciona com TBM, FinOps e ITFM?
Technology Business Management (TBM), FinOps e IT Financial Management (ITFM) são frameworks estabelecidas para a transparência de custos de TI. Usamo-las onde afiam uma decisão, e não como doutrina: o objetivo e um modelo de custos em que o CIO e o CFO confiam, e não a implementação de uma framework por si mesma.
Isto e apenas corte de custos de TI?
Não. O objetivo da transparência e a dirigibilidade, não a austeridade. Quando o custo total de cada aplicação, plataforma e serviço e visível e ligado ao valor, a disciplina de custos deixa de bloquear a inovação e passa a financia-la: pode desativar o que não se paga e investir com confianca no que se paga.
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Workshops13 Oct · PortoReservar lugar

Miguel Guimarães

Revisto por

Miguel Guimarães

Sócio-fundador, Cost and Profitability Consulting

Mais de 150 projetos de Time-Driven ABC em 11 setores desde 2010, dentro do enquadramento de Kaplan e Anderson.

Sobre o autor →

Publicado

Prova

Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido a metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.

Ler o estudo de caso (em inglês) →

Com quem vai falar

Miguel Guimarães, Sócio-fundador

A trabalhar em custos e rentabilidade há mais de 25 anos. Lecionou ao lado do Professor Robert S. Kaplan na conferência de CFOs em Amesterdão (2009).

Ligue +351 910 313 731

M
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