Tempo de sala parada não é de graça. É custo sem nada para absorvê-lo.
Os recursos mais caros de um hospital, salas cirúrgicas, tomógrafos e equipe especializada, custam o mesmo estejam em uso ou não. O TDABC (Time-Driven Activity-Based Costing) fixa as taxas de custo de capacidade contra a capacidade prática, de modo que a diferença entre o que você paga e o que usa deixa de se esconder dentro de uma média diluída e aparece como um número sobre o qual se pode agir.
A capacidade hospitalar é custeada contra a capacidade prática, tomada em 80 a 85 por cento da teórica, nunca 100. A capacidade ociosa então aparece como custo mensurável: um estudo de pronto-socorro encontrou utilização abaixo de três quartos; em outro, um técnico dedicado de rouparia cirúrgica estava ocupado apenas cerca de 13 por cento do tempo. O TDABC precifica a ociosidade para que seja realocada ou removida, em vez de sepultada no overhead.
Três referências que ancoram cada taxa
- Abaixo de 75% de utilização de pronto-socorro em um estudo ilustrativo, um quarto da capacidade sem uso.
- Cerca de 13% de ocupação de um papel especializado dedicado em um caso ilustrativo.
- 80 a 85% de capacidade prática, o denominador honesto para cada taxa.
Custeie contra a capacidade errada e a ociosidade desaparece
Toda taxa de custo de capacidade tem um denominador. Use a capacidade teórica, cada minuto no calendário, e a taxa sai baixa demais, porque nenhuma sala ou tomógrafo opera a plena carga. O denominador honesto é a capacidade prática, 80 a 85 por cento da teórica. A diferença entre a capacidade prática e o uso real é o custo do recurso ocioso, e, a menos que seja reportado, ele se esconde dentro do custo do produto, fazendo cada procedimento que toca uma sala subutilizada parecer mais lucrativo do que é.
Uma vez que a ociosidade é um número, ela pode ser gerida
O TDABC reporta a capacidade ociosa por sala, tomógrafo, enfermaria ou papel, e essa cifra orienta decisões de agenda, dimensionamento de equipe e investimento: realocar o técnico subutilizado, preencher a lacuna de utilização do pronto-socorro ou reduzir a escala de um recurso. É a mesma disciplina de custo de capacidade usada em vários setores, aplicada onde os ativos estão entre os mais caros de qualquer indústria.
- Defina a capacidade prática. 80 a 85 por cento da teórica para cada sala, tomógrafo, enfermaria e papel. A base honesta de cada taxa.
- Meça o uso real. Os minutos que cada recurso de fato entregou. A lacuna até a capacidade prática é o custo ocioso.
- Reporte por recurso. A ociosidade raramente é uniforme. Uma sala opera lotada; outra fica meio vazia. O modelo mostra qual.
- Realoque, preencha ou redimensione. Mova trabalho para preencher a lacuna, realoque o papel subutilizado ou ajuste o tamanho do recurso, cada decisão sobre um número.
A margem se esconde no denominador
Custeie a capacidade contra a teórica em vez da prática e o tempo ocioso desaparece dentro da taxa; custeie-a contra a capacidade prática e o tempo ocioso aparece como aquilo que é, custo não absorvido à espera de gestão por decisões de agenda, equipe ou investimento. Uma sala custeada a 100 por cento de utilização parece mais barata por minuto do que é, e todo procedimento que a usa parece mais lucrativo do que é. A plataforma CostCtrl reporta essa ociosidade por recurso, seguindo o método TDABC.
Perguntas frequentes
- Como se custeia a capacidade não utilizada em um hospital?
- Fixe a taxa de custo de capacidade contra a capacidade prática, tomada em 80 a 85 por cento da teórica, nunca 100. A diferença entre a capacidade prática e o uso real é o custo do recurso ocioso, e o TDABC o reporta por sala, tomógrafo, enfermaria ou papel, para que seja realocado ou removido em vez de sepultado no overhead.
- Por que a utilização das salas importa para a rentabilidade?
- Salas, tomógrafos e equipe especializada custam o mesmo estejam em uso ou não. Baixa utilização espalha um alto custo fixo por menos casos, elevando o custo real de cada procedimento. Uma sala custeada a 100 por cento de utilização parece mais barata por minuto do que é, e todo procedimento que a usa parece mais lucrativo.
- Onde a margem se esconde na capacidade?
- No denominador. Custeie a capacidade contra a teórica em vez da prática e o tempo ocioso some dentro da taxa; custeie contra a capacidade prática e o tempo ocioso aparece como aquilo que é, custo não absorvido à espera de gestão por agenda, equipe ou investimento.
- Qual capacidade prática devo usar?
- Entre 80 e 85 por cento da capacidade teórica para cada sala, tomógrafo, enfermaria e papel. É a base honesta porque nenhum recurso opera a plena carga o tempo todo; usar 100 por cento esconde a ociosidade dentro da taxa e distorce o custo de cada procedimento.
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Prova
Uma unidade de diálise. Um déficit de €349K tornado visível, depois reduzido a €52K. Publicado na revista da APDH, não é alegação de marketing.
Ler o estudo de caso →Com quem você vai falar
Miguel Guimarães, Sócio-fundador
Trabalhando com custos e lucro há mais de 25 anos. Apresentou o caso de cost-to-serve da Damco no Managing for Profit (Amsterdã RAI, dezembro de 2009), no mesmo programa que Robert S. Kaplan.
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