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Brasil

ProfitAudit 360: o mapa do seu lucro em três a cinco semanas

O ProfitAudit 360 é um diagnóstico de rentabilidade com preço fechado. Em três a cinco semanas, ele mapeia toda a sua estrutura de custos com o método TDABC, constrói uma curva de lucro (a curva da baleia) que ordena clientes e produtos do mais rentável ao que mais destrói valor, e entrega um plano de recuperação de margem, priorizado. Para diretores financeiros no Brasil que desconfiam que alguns clientes ou produtos custam mais do que trazem, mas não conseguem provar, é o caminho mais rápido para números defensáveis. Esta página explica o que você recebe, como as semanas transcorrem e o que separa este trabalho de uma consultoria tradicional.

Em resumo

O ProfitAudit 360 é um trabalho de consultoria de gestão, não uma auditoria contábil. Em três a cinco semanas, um time sênior parte do seu razão contábil e dos seus dados transacionais, constrói um modelo TDABC dos seus custos, revela os subsídios cruzados escondidos entre clientes, produtos e canais, e deixa com você um modelo vivo no CostCtrl mais um plano de ação. O preço é fechado, conhecido antes de começar, sem cobrança por hora. Sua equipe dedica de duas a quatro horas no total. O modelo fica sendo seu: não há compromisso de continuidade. Todos os números citados aqui são ilustrativos, escolhidos pela clareza, e não promessas de resultado.

A definição

O que é o ProfitAudit 360?

O ProfitAudit 360 é um diagnóstico de rentabilidade conduzido com escopo e preço fechados. O objetivo não é certificar as suas demonstrações, e sim responder a uma pergunta que a contabilidade geral não decide: quem, na sua carteira, ganha dinheiro de verdade, e quem perde?

A maioria das empresas rateia os custos indiretos por faturamento, por volume ou por uma taxa única de fábrica. Só que os custos indiretos hoje representam metade ou mais do custo total. Rateá-los de forma grosseira produz custos unitários errados, muitas vezes com desvio de trinta a sessenta por cento, segundo os trabalhos de Kaplan e Anderson. Esses erros se compensam no agregado, de modo que o resultado da empresa parece correto, enquanto esconde clientes profundamente deficitários atrás de outros muito rentáveis.

O ProfitAudit 360 troca essa média por um modelo TDABC que atribui cada minuto de trabalho à transação que o consumiu. O resultado não é mais um relatório: é um modelo calculado, rastreável até a linha do pedido, que o seu time consegue consultar depois que a gente sai.

A entrega

O que você recebe, na prática?

Seis entregáveis, coerentes entre si em vez de justapostos:

  • Um mapa da estrutura de custos. Seus recursos organizados em cost pools e agrupados por atividade, reconciliados com o razão contábil no escopo acordado.
  • Equações de tempo TDABC. Para cada processo, uma fórmula que traduz a complexidade real de uma transação em minutos, e depois em reais.
  • Uma curva de lucro. A curva da baleia ordena seus clientes, produtos ou canais do mais rentável ao que mais destrói valor, e torna visível a parte da carteira que consome resultado.
  • Um motor de simulação. O suficiente para testar um aumento de preço, uma mudança nas condições de entrega ou o corte de uma linha, e ler o efeito na margem antes de decidir.
  • Um modelo vivo no CostCtrl. Implantado sobre os seus dados, com licença incluída, e que fica com você.
  • Um plano de recuperação de margem. As ações ordenadas por ganho esperado e por facilidade de execução, não uma lista de desejos.

A título de ilustração apenas: um modelo pode revelar que, em catorze linhas de produto, as três últimas apagam cerca de R$ 1,2 milhão de margem por ano. O número exato é seu; o método que o faz aparecer é o mesmo.

O cronograma

Como as semanas transcorrem?

O ritmo é curto de propósito. Um diagnóstico que se arrasta por três meses sai caro, ocupa o time e chega tarde demais para a decisão que deveria orientar.

Semana 1, escopo e dados. Um workshop de partida fixa o perímetro e as perguntas a responder. Coletamos a extração do razão contábil e os registros transacionais, e mapeamos os cost pools e os grupos de recursos.

Semana 2, modelo e análise. Construímos as equações de tempo, rodamos o modelo no CostCtrl e geramos a primeira curva de lucro. É aqui que os subsídios cruzados costumam aparecer.

Semanas 3 e 4, apresentação e transferência. Apresentamos os resultados à diretoria, entregamos as simulações de cenário, treinamos o seu time no uso do modelo e passamos o plano de ação. Conforme o escopo, o trabalho fecha em três a cinco semanas; quatro é o caso comum.

A carga para o seu time é baixa: tipicamente de duas a quatro horas no total, distribuídas entre a reunião de partida, uma sessão de revisão dos dados e a apresentação final.

Os escopos

Que formatos existem?

Três escopos, todos com preço fechado e orçados depois de uma conversa de alinhamento gratuita.

  • Uma unidade. Duas a três semanas, uma única entidade ou unidade de negócio, algo em torno de duzentos itens. É a prova de conceito ideal para convencer internamente antes de ampliar.
  • 360. O formato mais procurado. Três a cinco semanas, cobertura no nível da empresa inteira e implantação completa do CostCtrl.
  • Portfólio. Dimensionado caso a caso para fundos de private equity e grupos com várias unidades que querem um diagnóstico comparável entre as investidas.

Nenhum desses formatos é cobrado por hora. O preço é conhecido antes de começar. O alvo habitual: empresas de médio porte, muitas vezes acima de duzentos funcionários, além dos diagnósticos de portfólio para o investidor.

A diferença

Em que isso difere de uma consultoria generalista?

Quatro diferenças, todas concretas. Primeiro a especialidade: nós só fazemos custo e rentabilidade, não estratégia generalista em que o custeio seria um capítulo entre outros. Depois o prazo: três a cinco semanas, onde um trabalho tradicional pede de três a seis meses, por um custo em geral bem abaixo do de uma grande firma.

Terceira diferença, a propriedade: você sai com o modelo e consegue rodá-lo sem a gente. Nada prende você a uma dependência. Quarta diferença, o time: quem constrói o modelo são especialistas sêniores em custo, não analistas juniores aprendendo no seu projeto.

Por fim, dado imperfeito não trava o trabalho. Trabalhamos com o que o sistema fornece, explicitando cada premissa, e depois validando por reconciliação com a contabilidade. Um modelo honesto com premissas visíveis vale mais do que uma precisão decorativa apoiada em números que ninguém encontra.

O primeiro passo

Por onde começar sem risco?

Antes mesmo de falar de escopo, o ponto de entrada mais simples é o Profit Check gratuito. Em 12 a 15 minutos, esse diagnóstico on-line situa a maturidade da sua gestão de custos em sete dimensões e devolve um relatório personalizado. Não custa nada e não compromete nada.

Se ele revelar pontos cegos, a conversa de alinhamento que vem depois serve para delimitar um ProfitAudit 360 que faça sentido: o escopo certo, as perguntas certas, um orçamento fechado. Nada obriga a ir adiante. Muitos diretores financeiros usam o Profit Check como primeira leitura e depois decidem com calma o que fazer.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

De quais dados vocês precisam para começar?

Uma extração do razão contábil e os registros transacionais: vendas, pedidos, apontamentos de produção ou de entrega, conforme a sua operação. Sob acordo de confidencialidade, os dados podem vir anonimizados. Sabemos começar com dado imperfeito, deixando as premissas explícitas.

A licença do CostCtrl é cobrada à parte?

Não. Uma licença do CostCtrl está incluída em cada ProfitAudit 360, sem custo adicional. O modelo é implantado sobre os seus dados e continua com você depois do trabalho.

Quanto tempo o meu time precisa dedicar?

Tipicamente de duas a quatro horas no total: uma reunião de partida, uma sessão de revisão dos dados e a apresentação final. O grosso da modelagem fica com a nossa equipe.

Ficamos comprometidos a continuar depois do diagnóstico?

Não. Você recebe o modelo e o plano de ação, e o que vem depois fica a seu critério. Não há travas. Alguns clientes internalizam a gestão do modelo, outros nos pedem acompanhamento; a escolha é sua.

Isso é uma auditoria contábil ou fiscal?

Não, é um trabalho de consultoria de gestão. O ProfitAudit 360 não certifica as suas demonstrações; ele esclarece a rentabilidade real por cliente, produto e canal para orientar decisões de preço e de carteira.

Serve para o mercado brasileiro?

Sim. O método TDABC independe de setor e de país. Aplica-se tanto à indústria, à distribuição e à logística quanto a serviços, e se ajusta às realidades operacionais locais.

Veja também

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Quer saber para onde vai de fato a sua margem? Comece pelo Profit Check gratuito, em 12 a 15 minutos, e depois conversamos sobre escopo na chamada de alinhamento. Ou escreva pela página de contato.

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Miguel Guimarães

Revisto por

Miguel Guimarães

Sócio-fundador, Cost and Profitability Consulting

Mais de 150 projetos de Time-Driven ABC em 11 setores desde 2010, dentro do enquadramento de Kaplan e Anderson.

Sobre o autor →

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