Otimização de rede na distribuição
Decisões de rede são tomadas na receita e no instinto. Uma vez que cada site, rota e pedido mostra o seu verdadeiro custo de servir, o mapa muda. A otimização de rede sobre uma base de custo real costuma cortar o custo de distribuição em 10 a 20 por cento, não servindo menos, mas servindo a partir do lugar certo.
A otimização de rede de distribuição sobre uma base de custo verdadeiro costuma reduzir o custo em 10 a 20 por cento, porque o mesmo pedido pode custar valores muito diferentes conforme o site que o atende. Como padrão setorial ilustrativo, uma rede de centros de serviço de metais viu o custo do pedido quase dobrar entre dois sites. Depois de expandir para muitos sites, ela usou o custo de servir para fechar cerca de um quarto das localizações, racionalizando a rede em vez de expandi-la.
A geografia não é o custo
Dois sites podem atender o mesmo pedido a custos muito diferentes: taxas de mão de obra distintas, eficiência de manuseio distinta, distância distinta até o cliente, utilização distinta. Quando a rede roteia por hábito ou por proximidade no mapa, em vez de pelo custo de servir, ela rotineiramente envia pedidos ao site mais caro. O mesmo pedido custando quase o dobro de uma localização para outra não é um caso extremo; é o custo cotidiano de uma rede que não consegue enxergar a si mesma.
Faixas de referência deste padrão: 10 a 20 por cento de redução de custo a partir da otimização sobre uma base de custo verdadeiro; cerca de 2 vezes de diferença de custo para o mesmo pedido entre dois sites; até 40 por cento da receita é custo de logística na distribuição. A decisão de site é uma decisão de margem.
Menos sites, mais margem
O instinto de somar filiais por cobertura muitas vezes subtrai margem, porque cada site carrega custo fixo e divide o volume. A rede ilustrativa de centros de serviço de metais fez a jogada oposta: tendo expandido para muitos sites, carregou o custo de servir, encontrou a duplicação e fechou cerca de um quarto das suas localizações, concentrando o volume onde o atendimento era mais barato. A otimização nem sempre é crescimento; às vezes o movimento de maior retorno é servir os mesmos clientes a partir de menos sites, melhor posicionados.
Do custo por site ao mapa racionalizado
- Custeie cada site e rota. Carregue o verdadeiro custo de servir de cada localização e de cada caminho de atendimento, e não uma média da rede.
- Custeie o pedido dos dois jeitos. Para pedidos sobrepostos, compare o custo de atender a partir de cada site candidato.
- Concentre o volume. Roteie cada pedido para o site mais barato de atender, e veja quais localizações ficam com pouco volume para justificar o custo fixo.
- Racionalize o mapa. Feche ou reaproveite os sites que já não pagam o próprio custo, mantendo a cobertura mas cortando 10 a 20 por cento.
Custo de servir com TDABC no CostCtrl
Uma base de custo verdadeiro por site, rota e pedido vem de atribuir o custo por consumo real, e não por média de rede. O TDABC (Time-Driven Activity-Based Costing) traduz manuseio, distância e utilização em minutos e custo por pedido, via equações de tempo. Um motor como o CostCtrl compara o custo de atender o mesmo pedido a partir de cada site e mostra onde a rede está roteando para o lugar errado. Veja também o método TDABC e a rentabilidade de clientes na distribuição.
Perguntas frequentes
- Quanto a otimização de rede de distribuição pode economizar?
- A otimização sobre uma base de custo verdadeiro costuma reduzir o custo de distribuição em 10 a 20 por cento, porque o mesmo pedido pode custar valores muito diferentes conforme o site que o atende. A economia vem não de servir menos, mas de servir a partir do lugar certo, concentrando o volume onde é mais barato atender.
- Mais filiais significa sempre mais alcance?
- Não. Como padrão setorial ilustrativo, uma rede de centros de serviço de metais expandiu para muitos sites e depois usou o custo de servir para fechar cerca de um quarto das localizações, racionalizando em vez de expandir. O custo do pedido quase dobrou entre dois sites para o mesmo pedido, então a decisão de site é uma decisão de margem, não só de cobertura.
- Como o custo de servir dirige o mapa da rede?
- Uma vez que cada site, rota e pedido mostra o seu verdadeiro custo de servir, você enxerga de onde cada pedido deveria ser atendido. Com o custo de logística chegando a até 40 por cento da receita, escolher o site mais barato de atender para cada pedido é uma das maiores alavancas de margem de um distribuidor.
- Por que usar TDABC para otimizar a rede?
- Porque o TDABC atribui o custo por consumo real de manuseio, distância e utilização, e não por média de rede. Isso permite comparar o custo do mesmo pedido site a site e concentrar o volume onde o atendimento é mais barato, cortando de 10 a 20 por cento sem perder cobertura.
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Prova
Um distribuidor na Nova Zelândia. €1,335M de custo de servir tornado visível, depois reduzido à metade, e 830 clientes deficitários reduzidos a 295.
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Miguel Guimarães, Sócio-fundador
Trabalhando com custos e lucro há mais de 25 anos. Apresentou o caso de cost-to-serve da Damco no Managing for Profit (Amsterdã RAI, dezembro de 2009), no mesmo programa que Robert S. Kaplan.
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